quarta-feira, 27 de julho de 2011

Chegou no Pará, parou (Desenvolvimento?)

Embasada na citação da celébre música de Mosaico de Ravena, inicio esse texto: "A culpa é da mentalidade criada sobre a região. Porque que tanta gente teme? Norte não é com "M"".
Bem, no programa global "Entre Tapas & Beijos" exibido no dia 26/07/2011, se detonou esse pifío preconceito. As personagens de Fernanda Torres e Andrea Beltrão, acometidas pela insaciável vontade de emagrecer a curto prazo, adquiriram um misterioso chá de Belém do Pará, quando vi pensei "Nossa que legal, o Pará sendo reconhecido", "Bacana, pouco falam do Pará na tv aberta", enfim. Entretanto, me enganei ao ver o restante do programa. A tal "garrafada", efervesceu as personagens, fazendo delas duas loucas famigeradas. Daí começaram as piadinhas, "Que cacique foi esse?" "E Indío sabe escrever bula", entre outras "cositas" mais.
Agora me perguntem: "E Aí?" Lhes digo em alto e bom som: "É um absurdo!"
O discurso é piegas e já está mais ultrapassado que um Monza 99, mas pera lá. No Pará só tem indío? E se tivesse, eles não poderiam fabricar remédios competentes, ou será que a inteligência é dividida territorialmente? Sim, é um texto protestante! O curioso é que somos aos olhos dos "Sulistas", dos "Europeizados", dos "Bigmacqueanos" (É, porque aqui Big Mac deve ser comida do Governador, né?) seres humanos arcaicos, bucólicos e escambistas, mas na hora de se vestir de chinês e vim aqui abocanhar nosas riquezas é fácinho, fácinho. Sem falar no Âmbito futebolístico, não é Senhor Ricardo Teixeira? Não contente com toda essa exploração regionalista, ainda querem nos dividir. Querem nos distribuir para capitalistas estrangeiros, levando nosso minério, bauxitas, gados e meninas, claro. Já sabe, em Dezembro, digam não aos nossos estimados "Seu's Barriga's", não estamos pra aluguel, obrigada.
Pará, Terra de valores, não só geográficos e orçamentários, aqui tem gente boa (com ou sem cartão de crédito), gente que toma açaí todo dia com peixe e farinha d'agua, gente do bem. Então "Porque ninguém nos leva a sério? Só o nosso minério..."
Reflitam, isso aqui é nosso, e por nossa Terrinha, iremos lutar! Respeitem nossas morenas Dira's e Fafá's, nosso Carimbó, nosso Calypso, nosso Super Pop (Ele mesmo!), nossa cultura. Ave Belém!
Ufa! Dona Socorro prepara aquele açaí, que estou chegando aí pelo Ver-o-peso, para desencargo de consciência.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Saudade? É...

Não sei onde você está agora, nem o que comeu hoje.
Não imagino a roupa que usa, nem a canção que está na sua cabeça.
Queria estar perto, ao menos aí dentro.
Mas não posso mudar o curso do rio, nem do vento.

Minha vista está embaçada, o foco parece ter mudado.
As idéias se inverteram ou apenas mudaram de direção?
Meu sorriso que antes, pegava carona com tua voz.
Hoje, anda de mãos dadas com seu algoz.

Tempos de hoje, já não são os do futuro.
Não sei, a distância não me deixa ouvir seu sussurrar.
Plantarei uma árvore, para sombra lhe fazer.
E por onde você for, estarei com você.

Olhares na tela, sorrisos congelados, gestos de um amor simples.
Planos, gargalhadas, esperanças, minha calmaria.
Se estiver aí do outro lado, saiba, meu amor.
Que estarei com você, por onde você for.

De: Eveline Rodrigues Para: O Amor da Vida dela

É hora de Morfar!

Ando desconfiada pra falar de amor, estou vesga. Falemos então da Solteirice, a nossa fuga das galinhas ( Não precisando se tornar uma delas, por favor!). Então venham baladas, afins e encomendas.
Com meu olharzinho de vovó, venho notando um critério de "apartheid" nas festinhas por aí, as ditas pulseirinhas coloridas.
Tem de todas as cores, valores e tamanhos. Acredite! Ela lhe garante bons rendimentos no fim da baladinha.
Presenciei em uma certa festa na praia, essa curiosidade.
Você poderia estar jogado "as traças", sem perfume e com uma latinha mais quente que sua vontade de beijar na boca, mas se estivesse com a pulseirinha "blue", pronto! Nem precisava olhar para o lado, bastava um charminho com a mão no cabelo ou um gole da sua cervejinha efervescente, aí estava garantido um possível sucesso no flerte. Estacionamento é pago, entretanto, com a pulseirinha "blue" a entrada é free. Isso, obviamente, devido a seu alto valor de aquisição, ouvi "zum zum zuns" de que englobava uns R$15.000 contos de réis, estou com os dedinhos cruzados, viu?
Seu poder de destruição é tão ou mais fatal que as mais altas maquiagens "Marikayzadas", escovas "poliglotas" e quiçá calcinhas frufruzadas.
Bem, mais como temos sempre que analisar os dois lados da moeda (odeio falsificações!), há as que retardam um primeiro encantamento. Seu poder se anula, quando ela é usada em espaços maiores, onde as bebidinhas são mais baratas. Quer um resumão? Seu poder, é proporcional ao tamanho do local onde você estará. Locais grandes, pulseiras simples, grande aqui tem de ser o seu "borogodó" pra conseguir um que não necessite de um "engov espiritual", tão grande será a "ressaca moral" no dia seguinte. Em locais compactos, com pulseiras especiais, habitam seres sem muitas exigências de requinte, de simplicidade muda e aqui o poder aquisitivo não está em suas mãos, e sim em seus pulsos.
É isso aê minha gente, elas são a tendência de uma nova moldagem capitalista, o BEPGS (Bloco Econômico das Pulseiras com Garantia de Sucesso).
E quem disse que só os Power Rangers tinham poderes?

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Conselhos para um coração

Esse é o texto mais difícil que já escrevi. Mudei títulos, e provavelmente, o que está agora, não foi o do início.
Meu coração está a mil, a mais de mil Km's distante de mim. Não sinto seu cheiro, sua pele, nem tampouco, sua respiração. Tenho saudade dela.
Ele chora, sorri, respira fundo e se conforma. É amigo do Amor, e por essa amizade, acredita nele.
Em um momento impulsivo, tenta tudo acabar. Jogar fora de dentro dele, o que dele é regado.
Não é fácil, pois, tempo e distância são seus inimigos (Assim pensa ele..)
E o que dizer a esse coração? Peço, acalme-se. Km's já foram maiores, dificuldades já pesaram mais. Hoje tudo é mais fácil, avesso ao que era quando você, coração, tinha 12 anos. Engana-se ao pensar que o tempo e a distância são seus inimigos, ao contrário, são os que mais lhe ajudam. Estão juntos para lhe ensinar que nada é tão fácil, e se fosse, não teria o mesmo brilho. Quando eles não existirem mais, você
lembrará deles todos os dias, agradecerá por toda a dor, pois com ela você aprendeu a respeitar cada momento como se fosse o último. O que seria de você, coração, sem o tempo e a distância para lhe fazer descobrir que esse é o seu lugar, que já não há mais dúvida, que agora você pode dormir, pois quando acordar seu sorriso estará ao lado, com o travesseiro enroscado na perna.
Então coração, não teime. Tempo? 11 anos. Distância? 2.108 Km's. Contudo isso, olhe dentro de você, coração, veja a praia. Ah! Quanta saudade da praia, quanta saudade. Pudera eu, também matar a saudade, do menino que perto dela mora, né coração?

(...)

Esse texto é dedicado, ao meu coração. Ao meu amor.

sábado, 2 de julho de 2011

Ah! O Sábado..

Bom dia sol, bom dia mar, bom dia vida. Hoje é sábado, o único dia da semana que você pode dizer que curtiu todo, das 00:00 hs até as 23:59
hs, isso claro, se você não for motorista de ônibus ou trabalhar aos find de semana também.
Sábado tem um negócio diferente, algo que "redbulliza". Inebria.
Pela manhã tem feira, local inóspito para os funcionários da SEMMA, ali há um "campeonato" interno, onde quem atingir o grau mais
elevado de decibéis em poucas frações de segundos, ganha: NADA. Né, Dona Neusa?
Vem chegando a hora do almoço, a parte mais democrática do sábado. Restaurantes, Rodizíos, Peixarias, todos com lotação quase esgotada, entretanto, sábado mesmo tem cara é de churrasco. Chama a família, amigos, enteados, cunhados, vizinhos (eles iam do mesmo jeito, né?), traz a carne que "nóis assa". Todos felizes com uma bisteca gordurosa do açougue da esquina, cada um com seu copinho de azeitona devidamente completado por uma Cerpaaaa (Cluck!) geladinha, dilícia ;) Aumenta o Som que o Zeca ta cantando, pronto. É quase um coral que reverbera alegria e sorrisões. De um lado, os homens falam da contratação do novo atacante, e pra não perder a piada, encarnam com o amigo que torce pra um time que não tem nem série no CB (Acreditem, existe ¬¬), já do outro a mulherada discute: "Eu não acredito que eles "se deixaram"" "É mana, ele ta com uma novinha agora", é quase uma assembléia de assuntos emergencias, sem assessores e deputados, claro!
A tarde dos adolescentes se restringe (dependendo da faixa etária), a Shopping, Praça de Alimentação, bem, até vim o "ta bom, já pra casa seu muleque". Então começa tudo novo de novo no seu mundo MSNiano ("Mundo Sem Noção", "Momento Sem Novidades", "Morri! Sem
Nada pra fazer", "Me Salva, Né?").
Ta chegando 6 da tarde, novela, "Vai dar Namoro", é chegado o momento mórbido do sábado, mas relaxam que isso é charme, é apenas uma abertura, uma ante-sala, para ele, o ditador de nossos ânimos e anseios da semana inteira: Aaaaah, os embalos de sábado a noite.
Venha, divirta-se! Dance até o chão, abra suas asas e solte suas feras. Fique á vontade, o último romântico provavelmente está dormindo ou está no supermercado 24 hs mais próximo, baby. Aqui o nível de "assanhamento" ultrapassa os limites extratosféricos. Todo mundo cai na manguaça, vivendo tudo o que há pra viver, permitindo-se ( Será que tem perigo do Lulu Santos ler o blog e me processar por uso indevido de suas composições, não né?=P). Dizem que até Deus descansou nesses dia, por que não nós, pobres mortais, filhos de João's e Maria's.
Poxa, snif snif, já são 23: 46 hs do sabado e até a "convidada indesejada, desajustada e torta" conseguiu um "olhar 43". Ei menina, não se renda! Corre pro balcão do Bar, peça um bom drink e olhe pro lado, sempre tem alguém, sempre tem, vai por mim..

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Síndrome do "Capitão Herculano"

O Ministério da Mulherada adverte, esse texto faz mal a leitura de possiveís namorados, "tico ticos no fubá" ou sei lá que status tenha, seus efeitos colaterias são de ordem emergencial. Fechem a porta, pois agora, vamos falar é de HOMEM. Ufa! Respirei e voltei.
Existe um senhor hoje, em evidência na Midía que nos arrebata até, estando ele, de costas amarrando os sapatos. Se chama Domingos Montagner, um Paulista, casado com uma Nordestina e que trabalhava no circo antes dos holofotes. Hoje, você pode assisti-lo na novela das seis global "Cordel Encantado", lá ele é o "Capitão Herculano", um cangaceiro arretado e cheio "das pegada". Pois bem, posso ir ao supermercado, a padaria, e claro, ao salão de beleza. Sempre há mais de três mulheres que o veneram e lhe rendem suspiros e confetes e mais um monte de coisas, se ele quisesse.
A questão é: O que esse moço tem? Homens, atentem.
Ele possui algo implicíto em seu olhar, braços e sorrisos. Ele é o que nós mulheres queremos. Não falo somente de barba por fazer, cabelos não tão penteados, nem tampouco de robusto corpo que me remete a Aquiles, Heitor, bravos guerreiros épicos. Quero acentuar o que muitos esquecem, a mulher gosta de ser cuidada, cuidada no termo global. Gosta de abraço, voz firme e, preste atenção, mulher que é
mulher, gosta de "pegada". Beckham's, Kaká's, deixemos para as nossas filhas (Para quem as têm). Lutamos pelos nossos princípes, afinal, príncipe que me ensinaram nos livros infantis andava á cavalo, não de Fusion. Aprendam a falar alto com quem ousar mecher com a tua (diga, tua!) mulher. Abra a porta do carro e lhe dê um sorriso. Acorde borbulhando de suas vontades. Mas atenção, não confunda virilidade
charmosa, com má educação e arrogância, não é isso. Falo de dentro pra fora. É quase um exalar de pura masculinidade e elegância. É batata! Não tem "ela" que resista. Sério!
Queremos Herculano's, Mayer's, Cauã's. Homens que te defendam de todos os monstros, revoluções, divídas (se puder, né?) e abstinências, essas de todos os genêros. Queremos tão pouco, não me traga um buquê de rosas depois de passar o fim de semana "in off", olhe para mim, pegue em minha nuca, me cheire e depois de um beijo, EXPLIQUE-SE. Tim-tim por tim-tim, viu?
Esqueçam a certidão de nascimento, sejam nosso "Herculano".

Julho, o Mês que dura seis Meses

Está aberta a temporada de biquinís, chapéus de cowboy, barrigas "tanquinho", balayangens e sungas brancas na praia.
Mês de Julho não se restringe a trinta dias, mas não mesmo. Como bom Brasileiro que somos, logo após o Carnaval nos internamos em academias, dietas e restrições "boêmias". Coisas que você só poderá fazer, a partir do dia de seu renascimento social, este variando entre os
dias 02 e 04 do mês em referência.
Nele os dias são diferentes, as pessoas sorriem mais, a segunda-feira (propagadora de nossas olheiras e humores efervescentes) já não é
tão tempestiva, ela se torna o resumo do melhor do "find", restringindo-se tudo aos facebook's e Orkut's, pera Orkut? ah! que saudades
tenho do tempo que ali habitavam pessoas de verdade, não somente anunciantes de forrós de comitiva e pagodes com entrada free para as
meninas.
Bem, Julho é quase uma Universidade em processo de entrada de Calouros. Há tribos. Estradas coloridas. Por aqui por essas bandas, duas
em destaque: a Tribo dos "Automotivos gritantes de sunga branca" e a Tribo dos "Zumbis da Ilha de Espiríto Lostiano".
Primeiro, os "Automotivos..":
Estes gastam 70 % do seu salário em alto falantes, contribuindo socialmente com a ONG "Deixe alguém um pouco mais surdo". Se
esforçam com seus controles no pescoço para ver quem é o rei da praia, nem que seja necessário, dançar em cima do carro. Isso claro,
lhe rende um prêmio de magnitude incontestável, uma bela loirinha do cabelo "Biocolor", que está andando na praia (provavelmente, em
processo de divulgação), com seu belo biquiní rosa com "fru fru", óculos no rosto e latinha na mão, não esquecendo de dar destaque, a sua
inteligência "Rakelliana" que desvenda aqui o mistério dos automotivos. O Investimento em Som alto, bem alto, muito alto, é justamente
para os casais "tuntz tuntz tuntz" não se ouvirem, seria torturante ouvir tanto de micaretas, troca de pagodeiros, e afins num mesmo fim de
semana, né?
Já, em outros ares verdes, com cheiros verdes e cigarros verdes, estão os "Zumbis da Ilha..":
Aqui (como eles mesmos dizem..) é a Ilha. Nesta Ilha meus caros, ninguém tem problema, são todos humildes, socialistas, regueeiros e
apaixonados por Miojo. Incrível, é quase a Ilha de Lost, sem monstros e Sawyer's, claro. Fantasia-se uma tradição, onde parece que as
mulheres tem de deixar seus estojos de maquiagem, baby liss e  cerrinhas, do outro lado do rio, simulando uma despedida de seus valores
mundanos em busca da liberdade espiriual, pois, a partir daí, o Capitalismo não existe, só esquecem disso na hora de sentar pra tomar café
com leite, pão, queijo e presunto. Ah! Ia esquecendo, há sim o giro de capital na Ilha, afinal, quem não paga a canoinha na volta da praia,
não atravessa, permanece lá estático e bêbado. E se atravessar a nado o canal, os ribeirinhos ativam o super poder de "secação do nado",
onde, meu filho, se tu não souber tu te f*olenta todo. Experimente conhecer, só não beba antes de chegar lá, pode ser perigoso (cri cri).
Então, permita-me colocar que o Mês de Julho é o Mês "Bovespa", não há Mês com mais investimentos. Vá agora no seu face e reserve logo
sua carona. E aliás, por que será que Agosto é o Mês do desgosto?
P.s: Vale acrescentar, meu aniversário é dia 29.08, ta?

Chaves nos tempos de hoje

Na vila mais famosa do Brasil, não não é a Belmiro, a do Chaves mesmo. O encontro de dois enamorados: "Professor Girafales" "Dona Florinda" "Que milagre você por aqui" "Sim, vim lhe trazer esse humilde cupom do peixe urbano, que te dá direito a uma drenagem, massoterapia, piellyng e um mês Pilates e Yoga em qualquer academia de Belém" "Aiiiiiii Professor Girafales" Derrete-se D. Florinda. Vejam e aprendam meninos =P

A Calcinha Paraense - Adriana Sá

Escorpiana, sensível! Vaidosa, intensa até o último fio de cabelo, amável. Gosto é de contar histórias, voltar nelas - reviver o que nem vivi. Gosto de sorrisos, viagens, vinhos, Chico, Carpinejar e muitas conversas. Me entrego, hoje olhando para frente, mas nem sempre foi assim. Sonhos? Os mais simples e clichês, por incrível que pareça: casamento, filhos, realização profissional. Letróloga metida a Publicitária Marketeira.Comunico-me, logo existo! Sou aquela que está escondida num falatório desenfreado; Baixinha (por imposição genética); Levanto a bandeira ao bom e velho português, e pra pedir silêncio eu peço, já o barulho EU mesma faço!

Fica, vai ter babado, confusão e tiroteio.

Porque, pra viver de verdade, a gente tem que quebrar a cara.

A Calcinha Paraense - Eveline Rodrigues

Eu? Ah, sou Eveline, tenho 23 anos, gosto de coca-cola e blá blá blá..Não! Negócio é o seguinte. Sou Eveline que discute, vai pro estádio ver o Paysandu ou fica na TV vendo o Mengão. Eveline legal e gente boa da sexta ou a parnasiana chata da segunda. Eveline que vai da Cerveja ao Whisky na velocidade da luz, se necessário. Eveline do barzinho com os amigos ou do cinema com o pretendente a candidato a um possível eleito, claro, depois de uma cansativa campanha. Eveline com o status "solteira", geralmente a mais querida ou a status "namorando" essa desconhece e faz tudo ao contrário dos dogmas femininos, disse dogmas.Uso pseudônimos de acordo com minha roupa.  Por ser Virginiana, sou tudo que escrevem por aí, entretanto, me apaixono com um sorriso e uma barba por fazer. Sou o liquidificado de Leila Diniz, Maysa e Erin Brockovich. Sou adjetivos, uns bons, outros, acredite, nem tanto! Chega de lenga, lenga e bora começar essa fuzaca.