Quero lhes apresentar alguém, ela é
vigorosa e seu potencial energértico nos faz refletir que o melhor dessa vida
mesmo é bagunçar, se jogar.
Assim é
nossa protagonista, Amanda. Seu enredo é escrito a lápis, de cor. Não consigo
prever a catástrofe social que presenciaríamos caso Amanda vivesse na época onde
as mulheres lutavam por igualdade social, por direito a voto e reconhecimento e
isso só me da certeza que ela certamente é uma reencarnação de uma das 130
operárias que foram carbonizadas em Nova Iorque, naquele 8 de março de 1857 (um
salve a nossa amigas, elas arrasaram no protesto!)
Amanda tem
charme, é tema de novela. Esbraveja mansidão com a mesma maestria que sussura
ferocidade, é unânime e os homens se rendem. É mãe, filha, e administra com
garbo seus 34 anos. Não liga pra coerções sociais, muito embora, discurse como uma
protestante de esquerda, vestida de vermelho (ou direita? Bem, isso é assunto
pra outro texto!) que vai se casar, sim.
É do tipo “gostosa”, daquelas que pedreiro
nenhum bota defeito. Curte futebol, apesar de não saber o que é um impedimento.
Ama os homens, do frentista ao mais fanático dos Flamenguistas (Isso mesmo, acreditem!). É doce, mas não
enjoa. Chico diz que ela é de Atenas, enquanto o pessoal do Roupa Nova retruca dizendo que
ela é apenas, Dona.
Mirem-se em
Amanda, ela não é invisível e deve estar por aí dirigindo seu carro em
velocidade reduzida, admirando a todos e a tudo, esperando seu príncipe chegar
a cavalo, mas se não der, ela pega ele em casa, tem problema não. Se um dia
achar a sua, cuidado, ela leva ao vicío e te faz nunca mais querer largar dela.
Posso falar? Eu tenho a minha e essa.. “Ah-manda” mesmo e tenho dito.
P.s: Atenção, Amanda é um pseudônimo, porém qualquer semelhança não é mera coincidência.
Vou indo, até a próxima.
Eveline Rodrigues

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